quarta-feira, 15 de outubro de 2014

entrevistando vespista - Ricardo Orso


AS - O que levou você a optar por uma Vespa?
FO - Foi inusitada minha opção pela vespa. Seguidamente frequentava uma oficina mecânica para a roda de chimarrão. Um dos mecânicos era também restaurador de motos antigas, e era muito comum encontrar três ou quatro Lambrettas e Vespas neste local. Mais ou menos um ano de frequência no local ,comecei a olhar com outros olhos aquelas motonetas, tendo em vista que já havia sofrido um acidente de moto, ha 30 anos atrás, e ainda havia resquícios de trauma das duas rodas.
E comecei a estudar a possibilidade de adquirir uma motoneta antiga, e por indicação a primeira foi a Lambretta, e começamos a participar de encontros e logo adquiri uma segunda, modelo Standard, até que coloquei os olhos numa Vespa M4, não tive dúvida, disse a mim mesmo que iria ter uma dessas belezuras, encontrei uma em SP e dois dias depois fui até la buscar a bichinha.

AS - Qual o passeio ou atividade que mais gosta de fazer com a Vespa?
FO - O que mais me da prazer nessas relíquias, é juntar alguns parceiros e sair pra passear, almoçar em algum lugar aqui da nossa região. Meu tempo livre é pouco, mesmo nos finais de semana, mas sempre que possível dou umas escapadas com la motoneta.

AS - Por que uma motoneta?
FO - Devido meu antigo acidente, não queria correr o risco de desestressar numa moto de muita potência. Havia assimilado na roda de chimarrão, o prazer em passear desfilando numa antiguidade de duas rodas. Muitas vezes saímos para visitar e garimpar outros objetos antigos. Sou de origem Italiana e não tinha como ser com uma motoneta de outra origem, pois sou muito ligado as minhas origens, enfim, a Vespa entrou na veia, e avanti!







terça-feira, 23 de setembro de 2014

entrevistando vespista - Alessandra Pinto Nora



AS - O que levou você a optar por uma Vespa?
APN - Em 1990 consegui uma vaga de emprego no atendimento comercial da RBS TV que necessitava de transporte para visitar os clientes. Na época, sem condições financeiras, minha única possibilidade era comprar uma Vespa para meu deslocamento. Com ela enfrentei dias de chuva e sol, no trabalho e na universidade... Foi minha parceira para início da minha carreira profissional e universitária. Um ano depois acabei vendendo-a para poder comprar um carro, mas continuei acompanhando sua trajetória. Quando me formei publicitária, estudei muito sobre o sucesso das campanhas da Vespa em valorização ao liberalismo e à emancipação feminina, através das pin-ups de Franco Mosca, o que fez com que eu me apaixonasse mais ainda pela marca. Depois de anos, consegui comprar e restaurar duas vespas que para mim traduzem toda a independência e conquista feminina que busquei ao longo desses mais de 20 anos de paixão pela marca, ou "lovemarks" como nós publicitários chamamos.

AS - Qual o passeio ou atividade que mais gosta de fazer com a Vespa?
APN - Moro na Serra Gaúcha e passear por aqui, entre curvas e estradas asfaltadas é bucólico! Coloco meus fones de ouvido e vou deslizando sem pressa pelas curvas da estrada ladeada de parreirais. É um momento de paz, reflexão e alegria.

AS - Você falou em "lovemarks"... Como cultiva essa paixão pela marca Vespa?
APN - Além de eu ter duas Vespas coleciono uma série de souvenirs, como chaveiros, camisetas, copos... Tenho uma coleção de miniaturas com mais de 30 modelos de vespas fabricadas pelo mundo. Me apresento como Vespista nas redes sociais. Não saio sem minha jaqueta e capacete com a marca Vespa, comprados na Itália. Toda a vez que ando, preciso deixar bem claro para os curiosos que adoram observar a "motoneta antiga" que se trata de uma Vespa e não de uma Lambretta. Confundir essas marcas é como confundir Coca com Pepsi... Sem chance!
 






segunda-feira, 22 de setembro de 2014

entrevistando vespista - Fábio Borba

    Este blog vai “receber a visita” de alguns “Vespistas” (?) para cada um mostrar como foi seu ingresso no mundo das Vespas e como aproveita o tempo com a sua!
    Nesta primeira postagem de entrevista o nosso convidado é o Fábio Borba, mais conhecido por seus iguais como “Borba”. Ele é um restaurador de vespas, e possui vespas desde 1992.

AS - o que levou você a optar por uma Vespa?
FB - O que me levou a aquisição de uma vespa foi uma dica de um finado mecânico de motonetas chamado "Graxa", ele dizia que a vespa era um veículo forte e charmoso e que eu deveria adquirir uma, pois fui atrás e comprei uma. Depois outra, e mais uma que serviu de cobaia para desmontar, montar, remontar enfim...  aí veio o estalo de se aprimorar e virar um restaurador e mecânico.

AS - qual o passeio ou atividade que mais gostas de fazer com sua Vespa?
FB -  Passeio que mais gosto hoje é pegar meu filho Lucas Borba de 7 aninhos e colocar ele na garupa e andar em velocidade moderada pelas praias de Bombinhas em SC, estradas alternativas, em kartódromos e ruas de Dois Irmãos e Novo Hamburgo-RS. Também gosto de viajens longas com a turma do vespa clube CONFRARIA VESPA MOTOR CLUB onde sou sócio fundador.
    Já a ATIVIDADE, gosto de restaurar e fazer parte mecânica, criar vespas de corridas, estar engraxado, ajudar os entusiastas e incentivar a cada vez mais encarar novos projetos, embelezar suas vespas.

AS - você se considera um colecionador, um simpatizante ou um cidadão que necessita ter a vespa para o dia a dia????
FB - Me considero um simpatizante, pois engloba os 3 tipos de vespistas OU SEJA 3 X1 COLECIONADOR + SIMPATIZANTE + USUÁRIO DIÁRIO = LOUCO POR VESPA 100% VESPISTA

AS – valeu Fábio Borba!! Mais adiante faremos então uma postagem sobre a Confraria Vespa Motor Club, onde convidaremos você e mais amigos do grupo a nos contar algumas histórias!


Fábio BORBA


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

os "tipos" numa agremiação de veículos diferenciados


Entrei para mais de um grupo dos amantes de motoneta devido ao estilo vintage... assim como entrei em outras agremiações de carros antigos no passado.
Uma coisa que percebo em todas agremiações de veículos vintage é que existem os "tipos" de apreciadores... e isso acontece independente do tipo de veículo da agremiação!!
eu pude perceber os seguintes tipos:
 
- o "rebimboca"
é o sujeito que "pira" com a mecânica... seu prazer é poder usar ferramentas em seu veículo... afim de desmontar, montar, consertar, lubrificar, ou simplesmente conhecer seu funcionamento.
É o sujeito que sabe muito sobre o funcionamento e acerta diagnósticos com precisão mediate pobres descrições sobre sintômas que o veículo apresenta.
Quando não é mecânico por profissão, é tão bom quanto um se for pra cuidar de um veículo igual ao seu... neste caso ele já é então um “rebimboca da parafuseta”

- o “flanelinha”
é o tipo que está sempre polindo, siliconando, esfregando e lambendo seu veículo. Adora produtos diversos de limpeza e conhece macetes inusitados de como cuidar da aparência do seu veículo. Desde coca-cola nos cromados até o mais moderno e atual produto da 3M.
Anda pouco com o seu veículo, é verdade... porque prefere deixar ele assim, limpinho, imaculado.

- o “usuário”
Possui o veículo para usar como veículo mesmo. O fato de ser antigo ou se encaixar numa categoria é quase por consequência, mas mantém o apreço pela causa e participa quando pode.

- o “stylish”
Possui o veículo porque é bacana! Ou por considerar descolado, ou alternativo, ou whatever reason. O importante é que está alí colaborando com a causa, embora amanhã possa estar colaborando com outra, o que não prejudica nem desqualifica o apoio no presente.

- o “investidor”
gosta da coisa, e está sempre mexendo com uma certa quantidade de capital investido no estilo/proposta. Faz do amor à causa o seu negócio, mas não deixa de participar, sempre incorporando um outro tipo além do seu. Ou seja, o Investidor geralmente acumula dois tipos... o de investidor, e mais um.

- o “estradeiro”
é o tipo preocupado mais com pneus e freios do que com o resto... porque são as coisas importantes de se estar em dia quando o assunto é “cair na estrada”.

- o “colecionador”
assim como o “investidor”, o colecionador geralmente acumula uma outra categoria/tipo para si... ele apenas é também um colecionador porque ele possui vários veículos da mesma categoria.
Os colecionadores costumam ser também “flanelinha” ou “stylish”, na maioria das ocasiões.
Os motivos que levam uma pessoa a colecionar podem ser diversos... desde preservação da memória até vício. De toda e qualquer maneira, somos extremamente gratos a existência deles!!
 

- o “para-quedas”
é o tipo que caiu alí no grupo sem entender direito como nem porque... mas alguma coisa o levou a isso... e também ele não se importa, nem se comunica, nem cria nenhum compromisso ou interesse... mas quando menos espera... pá!! tá ele alí junto... como que caído de para-quedas do nada.

Mas de que vale isso tudo?
digo, esta brincadeira de se “categorizar” em função dos diferentes interesses?!!
serve para entendermos que diferentes pessoas apresentam diferentes níveis de interesse, parceria, disponibilidade e compromisso.
E isso é o normal... É o esperado!
As vezes, contudo, encontramos uns eventos que são nitidamente aprazíveis para alguns dos “tipos”... por exemplo: “kilômetro de arrancada” ou um “pic nic”, sacou?!!
E as vezes encontramos eventos aprazíveis para todos tipos... com uma “Expoclassic”

As agremiações bacanas acabam sendo aquelas que compreendem a existência dos "diferentes tipos", e por isso promovem, ao longo do tempo, eventos diferenciados mirando a satisfação de todos ;-)

E você?!!
que “tipo” é?!!!
hehehehehe

sim...   pode que vc não tenha se encontrado em nenhuma categoria...
estas que estão aí são apenas alguns dos tipos mais "recorrentes"
não se sinta ofendido caso seu tipo não esteja aí!!  escreva sugerindo um!!!

abraço a todos!!
André Serrano

domingo, 14 de setembro de 2014

Padoca Brasil... um novo conceito em padaria



Imagine um lugar bacana, grande, bonito, que seja ao memso tempo uma padaria repleta de opções, restaurante de primeira qualidade e um fantástico point pra tomar um café...  essa é a Padoca Brasil.
Visite o site do Padoca Brasil, e vá correndo conhecer o lugar!!
http://www.padocabrasil.com.br/
Lá está a Vespa na frente...
Mas como começou a cair uns pingos de chuva, e não estávamos preparados, saímos sem delongas com medo de tomar um banho de chuva por puro descuido.
No final, foi alarme falso... não chegou a se tornar uma chuva mesmo...  mas ficamos sem a foto (externa) com a Vespana frente do Padoca.
Voltaremos então!










o empreendedor, Rogério Cunha



boas vindas...


ainda não sei no que isso vai dar...
a ideia é de fazer um blog sobre lugares bacanas de se ir...  perto da minha casa...   da minha cidade... do meu estado...  de Vespa!!!
bem...   se vc não quiser ir de Vespa, pode ir de outro jeito, é claro.
mas alguns destes lugares serão, sem dúvida, mais bacana se visitados em "grande" estilo!! Outros, porém, aprazíveis de qualquer maneira com a qual você escolhe ir... eu escolho de Vespa!!
Seja bem vindo!!
Evie sugestões!!